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Como é o tempo do nosso tempo? Em que tempo vivemos? Quais são as características que melhor o definem? Poder-se-á dizer que, o desenvolvimento das últimas três décadas, não foi uma rutura com os campos sociais que moldaram a experiência do indivíduo moderno. Assistimos, isso sim, não a uma rutura, mas a uma recomposição dessa experiência dentro dos limites estreitos de um individualismo cada vez mais desinstitucionalizado. Portanto, é mais adequado adjetivarmos o momento em que vivemos como um tempo realmente pouco fraturante e falarmos, tal como o fazia Bauman (2006), de uma sociedade líquida. Isto quer dizer que, apesar das profundas mudanças sociais que têm ocorrido, ainda perduram muitos dos mundos sociais e simbólicos que moldaram o que se entende por modernidade.
Necessidade de Deus, Sociedade, Crise do humanismo, Alienação, Morte de Deus, Religião, Tempo, Secularização
Necessidade de Deus, Sociedade, Crise do humanismo, Alienação, Morte de Deus, Religião, Tempo, Secularização
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