
Pagu, Patrícia Galvão, foi escritora, tradutora, cartunista, jornalista, militante comunista, feminista, mas o que pouco se sabe é que ela também atuou como diretora, dramaturga e teve um importante papel no desenvolvimento da cena teatral de meados do século XX, contribuindo especialmente para o movimento de teatro de grupo de sua época. De maneira genérica, sua figura é relembrada como musa do modernismo. Passaram-se décadas para que suas contribuições começassem a ser consideradas e para que seus feitos ganhassem visibilidade. As reflexões a seguir, considerando a importância de dar visibilidade ao protagonismo de mulheres na historiografia do teatro brasileiro, dedicam-se à tarefa de reunir e articular dados sobre a importância de Patrícia Galvão para o teatro de sua época, destrinchando especialmente sua última década, quando se dedicou a traduzir textos que hoje são referências para a dramaturgia contemporânea, a organizar festivais de teatro amador e a impulsionar a carreira de jovens artistas, tais como a de Plínio Marcos, e grupos de teatro como Teatro Oficina e o Teatro Experimental do Negro.
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