
doi: 10.61164/3gr2mx54
O controle microbiológico de alimentos representa um dos pilares da segurança alimentar moderna, reunindo métodos tradicionais e tecnologias emergentes que se complementam na busca por produtos seguros e estáveis. As técnicas clássicas, como a pasteurização, a esterilização e o uso de conservantes, ainda são amplamente aplicadas, embora apresentem limitações relacionadas à perda de nutrientes e ao impacto ambiental. Em contrapartida, as novas abordagens tecnológicas, como o uso de plasma frio, ozônio e embalagens inteligentes, surgem como alternativas sustentáveis e mais precisas. A pesquisa demonstra que compreender o comportamento microbiano é tão importante quanto eliminar microrganismos, uma vez que o controle eficaz depende do equilíbrio entre qualidade sensorial, viabilidade econômica e segurança. Além disso, a regulação desempenha papel central nesse processo: a ANVISA, por meio da Instrução Normativa nº 313/2024, e o Codex Alimentarius orientam práticas que conciliam inovação e responsabilidade. Discutir métodos de controle e suas perspectivas futuras é refletir sobre como ciência, tecnologia e gestão se entrelaçam na construção de um sistema alimentar mais seguro e sustentável.
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