
O objetivo do texto é mostrar que a percepção do ensino de línguas como um sistema complexo pode facilitar o trabalho do professor na sala de aula. Na medida em que os sistemas complexos, entre outros aspectos, caracterizam-se por serem abertos, auto-reguláveis e sensíveis às condições iniciais, o professor pode usar essas características para fazer o sistema eclodir, despendendo menos esforço e produzindo mais resultado. Para isso, procura-se dar uma ideia clara do que é um sistema complexo, de como ele emerge e de como é possível corrigir seu rumo. Mostram-se as relações entre os diferentes elementos de um mesmo sistema e entre um sistema e outro, com vários exemplos do quotidiano e da sala de aula. Conclui-se que as abordagens tradicionais, por serem reducionistas, são incapazes de explicar o desenvolvimento da língua. Na medida em que ignoram a interação entre os diferentes elementos do sistema, acabam apenas sobrecarregando o professor com tarefas improdutivas. Palavras-chave: emergentismo, complexidade, teoria do caos, pensamento complexo, ensino de línguas.
PC1-5498, P1-1091, Philology. Linguistics, Romanic languages
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