
Ainda que uma ciência do comportamento se fundamente em uma concepção relacional, não internalista, dos fenômenos “psicológicos”, algo que pode ser designado como “experiência de interioridade” (i.e., uma alta probabilidade de os indivíduos descreverem seus sentimentos e pensamentos como ocorrências internas) constitui um fato inegável, pelo menos na cultura ocidental moderna, e que merece ser abordado por essa ciência. No presente artigo, algumas variáveis sociais responsáveis por aquelas descrições são discutidas à luz de contribuições literárias de sistemas explicativos diversos. São especialmente enfatizadas variáveis sociais relacionadas ao refinamento do autocontrole nas sociedades modernas e suas implicações no plano das relações interpessoais.Palavras-chave: Mundo interno, autocontrole, sentimentos, pensamento
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