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A subjetividade e a experiência do outro: Maurice Merleau-Ponty e Edmund Husserl

Authors: Creusa CAPALBO;

A subjetividade e a experiência do outro: Maurice Merleau-Ponty e Edmund Husserl

Abstract

Resumo: A fenomenologia de Merleau-Ponty segue, a seu modo, o pensamento encontrado em Husserl na sua obra inacabada “Krisis”. Ele critica a teoria transcendental e o metodo da reducao, propostos por Husserl, por julgar que deve ater-se a filosofia da existencia e da subjetividade, em sua condicao de ser situado no mundo da vida. O mais importante para o sujeito consiste na busca de sentido para a sua vida e isto, conduzido a seu termo, esclarece-nos sobre o que e a natureza, a historia, o mundo e o ser. A analitica existencial de Merleau-Ponty, sobre a experiencia do outro e da subjetividade, faz-se a partir do seu ser-no-mundo, isto e, no contexto historico, social e psicologico. Palavras-chave: Fenomenologia, Subjetividade, Existencia, Historicidade, Mundo da Vida. Merleau-Ponty critica Husserl por seu metodo da variacao imaginaria e, de modo mais geral, critica a fenomenologia transcendental concebida como ciencia eidetica das essencias. Para Husserl, o acesso a essencia pressupoe a experiencia originaria da percepcao, mas e pela livre variacao imaginaria – que faz variar em pensamento a experiencia, para isolar um invariante – que se pode aceder a essencia do fenomeno descrito. Se compreendermos isto no sentido de que tal afirmacao introduz uma oposicao entre fato e essencia, oposicao entre a inducao que pode aceder a essencia a partir de casos reais e a eidetica que acede a essencia a partir de casos imaginarios; ou entao, no sentido de uma dependencia das ciencias de fato das ciencias eideticas formais ou materiais, este metodo nao tem razao de ser, pois reserva apenas a imaginacao e a filosofia a possibilidade de realizar a variacao eidetica (Merleau-Ponty, 1964). Merleau-Ponty afirma que este metodo eidetico ou o logicismo da primeira fase do pensamento de Husserl sera abandonado por seu existencialismo do ultimo periodo. Ele vai reinterpretar o metodo husserliano e mostrar como o caminho por ele percorrido pode conduzi-lo a compreensao da essencia encarnada, da essencia concreta, ou a uma nova maneira de conceber a relacao materia e forma. Com efeito, nas Ideias, Husserl fala do primado da percepcao considerada como doacao originaria, isto e, que pela percepcao nos apreendemos o objeto em sua corporeidade. A percepcao, como experiencia doadora originaria, opoe-se a recordacao, a imaginacao e o juizo, que sao exemplos de presentificacao. Os atos de presentificacao se fundam sobre a percepcao e eles sao modificacoes deste modo original. A investigacao fenomenologica, de ordem logica, em sua dependencia da percepcao sensivel, sera o objeto das analises de seus livros Logica Formal e Transcendental e Experiencia e Juizo. A ordem predicativa reenvia-nos a presenca

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