
En este artículo movilizamos el autoinforme de una alumna, en el ámbito del curso de especialización Relaciones de Género y Sexualidades: Perspectivas Interdisciplinarias, que se desarrolla en una universidad pública. El principal argumento aquí desarrollado es que desde una perspectiva de la educación como proceso de subjetivación, podemos hacer alianzas con las epistemologías feministas para la construcción de otros sujetos no sexistas. Ante el escenario que vivimos con tantos contratiempos, minimizar nuestros espacios de discusión sobre los saberes que han construido las epistemologías feministas, encontrar grietas, vacíos y hendiduras para mantener vivos esos saberes es una actitud de resistencia para que los diferentes cuerpos y vidas que dependen en la difusión de este conocimiento puede ser vivible
No presente artigo mobilizamos o relato de si de uma aluna, no âmbito do curso de especialização Relações de Gênero e Sexualidades: perspectivas interdisciplinares, que acontece em uma universidade pública. O argumento principal desenvolvido aqui é que a partir de uma perspectiva da educação como processo de subjetivação, podemos fazer alianças com as epistemologias feministas para construção de sujeitos outros não-sexistas. Diante do cenário que estamos vivendo de tantos retrocessos, minimização dos nossos espaços de discussão do conhecimento que as epistemologias feministas têm construído, encontrar frestas, brechas e fendas para manter vivo esse conhecimento é uma atitude de resistência para que diversos corpos e vidas que dependem do espraiamento desse conhecimento possam ser vivíveis.
In this article we mobilize the self-report of a student, within the scope of the specialization course Gender Relations and Sexualities: Interdisciplinary Perspectives, which takes place in a public university. The main argument developed here is that from a perspective of education as a process of subjectivation, we can make alliances with feminist epistemologies for the construction of non-sexist other subjects. Faced with the scenario that we are experiencing with so many setbacks, minimizing our spaces for discussing the knowledge that feminist epistemologies have built, finding cracks, gaps and crevices to keep this knowledge alive is an attitude of resistance so that different bodies and lives that depend on the spreading this knowledge can be liveable.
Education., Educação., Feminist epistemologies, Educación., Subjectivation process., Proceso de subjetivación., Epistemologías feministas., Epistemologias feministas, Processo de subjetivação, Education, Educação, Epistemologias feministas., Epistemologías feministas, Processo de subjetivação.
Education., Educação., Feminist epistemologies, Educación., Subjectivation process., Proceso de subjetivación., Epistemologías feministas., Epistemologias feministas, Processo de subjetivação, Education, Educação, Epistemologias feministas., Epistemologías feministas, Processo de subjetivação.
| selected citations These citations are derived from selected sources. This is an alternative to the "Influence" indicator, which also reflects the overall/total impact of an article in the research community at large, based on the underlying citation network (diachronically). | 0 | |
| popularity This indicator reflects the "current" impact/attention (the "hype") of an article in the research community at large, based on the underlying citation network. | Average | |
| influence This indicator reflects the overall/total impact of an article in the research community at large, based on the underlying citation network (diachronically). | Average | |
| impulse This indicator reflects the initial momentum of an article directly after its publication, based on the underlying citation network. | Average |
