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O presente artigo tem como objetivo principal refletir sobre a influência dos organismos multilaterais, especialmente o Banco Mundial, no conceito de qualidade da educação brasileira. Trata-se de uma revisão teórica fundamentada nas contribuições de Enguita (1994), Hill (2003), Fonseca (1998), Frigotto e Ciavatta (2003), Gramsci (1978) entre outros. Percebe-se que o Banco Mundial tem representado um papel bem incisivo, influenciando de forma contundente a forma como os Estados Nacionais e a cooperação internacional concebem as políticas educacionais. Através da influência destas agências multilaterais no país, a concepção de educação passou de educação como direito, para educação como mercadoria. Essa concepção de educação não poderá jamais ser considerada realmente de qualidade, pois na sua própria gênese já foi desqualificada, já que se ancora em padrões de exclusão e exploração do sistema societal do capital.
Qualidade da educação. Organismos Multilaterais. Banco Mundial
Qualidade da educação. Organismos Multilaterais. Banco Mundial
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