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Phaedinus rubrus sp. nov. (Fig. 6) Etimologia: Latim, rubrus = vermelho; alusivo ao colorido dos élitros. Fêmea: Cabeça, protórax, escutelo, pernas e face ventral do corpo preto-avermelhados. Mesonoto preto. Élitros vermelho-alaranjados. Fronte com pubescência amarelada, muito esparsa, com débil carena bifurcada no meio. Tubérculos anteníferos projetados. Antenas atingem o terço apical dos élitros. Escapo, pedicelo e antenômero III preto-avermelhados; IV-VI avermelhados com o ápice preto-avermelhado; antenômeros VII a XI avermelhados e inteiramente revestidos por pubescência serícea amarelada. Escapo engrossado para o ápice, densa e finamente pontuado, profundamente sulcado no lado superior da base; este sulco largo, prolongado até o meio. Escapo (3 mm de comprimento) tão longo quanto o antenômero III. Antenômero III com quase o dobro do comprimento do IV. Antenômeros VI a X com projeção apical externa. Lados do protórax com dois tubérculos: o central mais projetado do que o látero-anterior. Pronoto com cinco tubérculos e pubescência branco-amarelada, exceto na região dos tubérculos. Partes laterais do protórax e prosterno revestidas por pubescência branco-amarelada. Processos prosternal e mesosternal com tubérculo. Esternos torácicos, menos a parte central do metasterno, cobertos por pubescência brancoamarelada. Escutelo com fina pubescência esbranquiçada, esparsa. Élitros com pontuação fina e densa; em cada élitro, costa fina, debilmente marcada. Extremidades elitrais obliquamente truncadas, com projeção diminuta perto ângulo sutural. Fêmures finamente pontuados, com as abas apicais internas projetadas. Urosternitos com pubescência amarelo-esbranquiçada, esparsa nos lados. Dimensões em mm: Comprimento total, 30,4; comprimento do protórax, 5,7; maior largura do protórax, 8,4; comprimento do élitro, 22,7; largura umeral, 9,0. Material-tipo: Holótipo fêmea, EQUADOR, Manabi: Montecristi (3 km E), 29. VI.1999, L. Stange & R. Millaer col. (ACMS). Discussão: Phaedinus rubrus sp. nov. distingue-se de P. lanio Guérin-Méneville, 1838, pela ausência de quatro carenas longitudinais nítidas nos élitros; de P. carbonelli Monné, 1999, pela ausência de abundantes pelos longos na cabeça e no protórax; de P. schaufussi Nonfried 1890, pela cabeça, pronoto e pernas avermelhadas e élitros não escurecidos na base e no ápice.
Published as part of Galileo, Maria Helena M. & Martins, Ubirajara R., 2010, Novos Táxons De Cerambycinae (Coleoptera, Cerambycidae) Da América Do Sul, pp. 385-390 in Papéis Avulsos de Zoologia 50 (24) on pages 385-390, DOI: 10.1590/S0031-10492010002400001, http://zenodo.org/record/4900986
Coleoptera, Insecta, Arthropoda, Cerambycidae, Animalia, Phaedinus rubrus, Biodiversity, Phaedinus, Taxonomy
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