Powered by OpenAIRE graph
Found an issue? Give us feedback
image/svg+xml art designer at PLoS, modified by Wikipedia users Nina, Beao, JakobVoss, and AnonMoos Open Access logo, converted into svg, designed by PLoS. This version with transparent background. http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Open_Access_logo_PLoS_white.svg art designer at PLoS, modified by Wikipedia users Nina, Beao, JakobVoss, and AnonMoos http://www.plos.org/ ZENODOarrow_drop_down
image/svg+xml art designer at PLoS, modified by Wikipedia users Nina, Beao, JakobVoss, and AnonMoos Open Access logo, converted into svg, designed by PLoS. This version with transparent background. http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Open_Access_logo_PLoS_white.svg art designer at PLoS, modified by Wikipedia users Nina, Beao, JakobVoss, and AnonMoos http://www.plos.org/
ZENODO
Thesis
Data sources: ZENODO
addClaim

MODELAGEM COMPUTACIONAL DA RESOLUÇÃO INFLAMATÓRIA MEDIADA POR TREGS EM CULTURAS 3D DE TECIDOS REGENERATIVOS: UMA ABORDAGEM COM PINNS E IMUNOMETABOLISMO

Authors: VILELA SILVA, GUSTAVO;

MODELAGEM COMPUTACIONAL DA RESOLUÇÃO INFLAMATÓRIA MEDIADA POR TREGS EM CULTURAS 3D DE TECIDOS REGENERATIVOS: UMA ABORDAGEM COM PINNS E IMUNOMETABOLISMO

Abstract

Centralidade, Mérito e Julgamento em Redes Complexas Humanas: A Dinâmica dos Hubs de Sabedoria e dos Hubs de Vigilância na Emergência da Ordem Social Este trabalho apresenta um modelo teórico interdisciplinar fundamentado na teoria das redes complexas, neurociência sistêmica, biologia de sistemas, teoria da informação, ciência cognitiva e dinâmica de sistemas adaptativos complexos. A proposta investiga como indivíduos que ocupam posições de alta centralidade em redes humanas — denominados hubs ou super-nós — podem exercer influência desproporcional sobre fluxos de informação, conhecimento, confiança, comportamento coletivo, tomada de decisão e organização social. A arquitetura conceitual desenvolvida descreve a sociedade como uma rede multicamada composta por domínios neurais, cognitivos, sociais, políticos, econômicos, informacionais, imunológicos e ambientais. Nessas redes, diferentes métricas de centralidade — incluindo grau, intermediação, proximidade, autovetor, carga e centralidade informacional — são utilizadas para caracterizar a relevância estrutural dos indivíduos e instituições na propagação de sinais, recursos, decisões e narrativas. O modelo diferencia dois tipos principais de hubs: os Hubs de Sabedoria, responsáveis pela integração de conhecimento, redução de incerteza, coordenação coletiva e promoção da coerência sistêmica; e os Hubs de Vigilância, associados à investigação, auditoria, monitoramento institucional, responsabilização e preservação da integridade da rede social. Ambos são tratados como elementos fundamentais para a manutenção da ordem emergente em sistemas complexos humanos. A estrutura proposta analisa como processos de convergência e divergência informacional podem reorganizar redes sociais em diferentes escalas. Quando múltiplas evidências independentes convergem para uma mesma interpretação da realidade, observa-se redução da entropia informacional, fortalecimento da confiança coletiva e aumento da estabilidade sistêmica. Em contrapartida, evidências conflitantes, desinformação, fragmentação narrativa ou falhas institucionais podem induzir divergência, polarização e aumento da entropia social. O trabalho explora ainda mecanismos de propagação de influência em redes de alta conectividade, demonstrando como pequenas perturbações em nós centrais podem desencadear efeitos sistêmicos amplificados. Esses processos são interpretados à luz de conceitos de emergência, resiliência, adaptação, aprendizagem coletiva, transições críticas e reorganização topológica das redes humanas. Um componente central da proposta é a formulação de um modelo de Julgamento Sistêmico Distribuído, no qual mérito, legitimidade e confiança não são determinados exclusivamente por autoridade formal, mas emergem da interação entre evidências verificáveis, coerência informacional, validação distribuída e impacto coletivo observável. Nessa perspectiva, a permanência de um indivíduo ou instituição em posição central depende da robustez das informações associadas ao seu papel e de sua capacidade de resistir a processos contínuos de verificação e refutação. O modelo também introduz uma interpretação dinâmica do ciclo de vida da centralidade, descrevendo processos de emergência, ascensão, consolidação, teste, julgamento e legado dos hubs sociais. A centralidade é compreendida não apenas como uma propriedade estrutural da rede, mas como uma manifestação da capacidade de integrar conhecimento, gerar confiança, promover cooperação e contribuir para a estabilidade adaptativa do sistema. Como síntese, o estudo propõe que sociedades humanas podem ser interpretadas como sistemas adaptativos multicamadas nos quais informação, energia, recursos, valores e decisões circulam continuamente entre indivíduos, instituições e comunidades. A ordem social emerge da interação entre hubs de conhecimento, hubs de vigilância, mecanismos de validação coletiva e processos de adaptação distribuída. Nesse contexto, a centralidade sustentável é concebida como uma propriedade de coerência sistêmica, na qual mérito, responsabilidade, verdade verificável e benefício coletivo atuam como princípios organizadores fundamentais para a evolução e a resiliência das redes humanas.

Powered by OpenAIRE graph
Found an issue? Give us feedback