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ZENODO
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COMPARAÇÃO ENTRE HEPATECTOMIA ABERTA E LAPARÓSCÓPICA EM CARCINOMA HEPATOCELULAR

Authors: doi:;

COMPARAÇÃO ENTRE HEPATECTOMIA ABERTA E LAPARÓSCÓPICA EM CARCINOMA HEPATOCELULAR

Abstract

Mariana de Souto Payao 1, Maria Júlia Biazon Alves 2, Julia Karoline Viana Fabi 2. Fundação Educacional do Município de Assis – FEMA, (2) Universidade de Marília – UNIMAR. Introdução: O carcinoma hepatocelular (CHC) é a principal neoplasia maligna primária do fígado, caracterizando-se por elevada mortalidade. A ressecção hepática representa uma das principais terapêuticas curativas, podendo ser realizada por via aberta (OLR) ou por via laparoscópica (LLR). A abordagem laparoscópica tem ganhado destaque, porém, seu papel em tumores de grande volume ou localizados em áreas complexas ainda é motivo de debate. Objetivo: Comparar os desfechos clínicos e cirúrgicos entre a hepatectomia laparoscópica e aberta em pacientes com CHC. Método: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura. A pesquisa foi realizada na base de dados PubMed, utilizando a estratégia de busca: ("Liver Resection, Laparoscopic" OR "Liver Resection") AND "Hepatocellular Carcinoma" AND ("Survival Rate" OR "Postoperative Complications"). Foram selecionados 3 estudos relevantes que abordam diretamente os objetivos propostos. Resultados: Um dos estudos analisados demonstrou que, em casos de CHC com diâmetro ≥10 cm, a LLR apresentou segurança, sem diferenças estatisticamente significativas quanto às complicações, embora tenha sido observada uma tendência a melhor sobrevida clínica com a abordagem minimamente invasiva. Outro estudo apontou que, em tumores exofíticos, a LLR esteve associada a pior sobrevida global, além de maior risco de metástases, sugerindo contraindicação da técnica nesse subtipo. Uma metanálise incluindo 1.338 pacientes evidenciou que a LLR promoveu redução nas taxas de complicações, sem prejuízo das margens cirúrgicas ou da sobrevida em três anos. Discussão: Os achados reforçam que a escolha da via cirúrgica deve considerar não apenas o tamanho do tumor, mas também sua localização e características morfológicas. A LLR apresenta vantagens claras em termos de menor morbidade e recuperação mais rápida, sendo especialmente benéfica em tumores grandes não exofíticos. No entanto, em casos de tumores exofíticos, a abordagem aberta pode ser preferível, devido a melhores desfechos observados. Conclusão: A hepatectomia laparoscópica é uma alternativa segura e eficaz para pacientes selecionados com CHC. Em contrapartida, para tumores exofíticos, a ressecção aberta parece oferecer melhores resultados oncológicos, devendo ser considerada como a abordagem preferencial nesses casos.

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