
Diante desse panorama, a discussão sobre o uso da contenção mecânica em pacientes agitados ultrapassa a dimensão técnica e adentra o campo da ética do cuidado, da segurança do paciente e da responsabilidade profissional. A complexidade das situações clínicas, associada às implicações físicas, psicológicas e simbólicas da restrição, impõe à enfermagem o desafio de articular conhecimento científico, competência técnica e deliberação ética consistente, configurando a tomada de decisão como núcleo estruturante da prática assistencial contemporânea.
