
Este artigo discute a complexa relação entre nutrição e aspectos emocionais em pacientes em cuidados paliativos. O objetivo é analisar como a alimentação transcende o fornecimento biológico de nutrientes, tornando-se um veículo de afeto e dignidade. Por meio de uma revisão de literatura (2015-2025), observou-se que a inapetência no final da vida gera angústia em familiares, que associam o comer à manutenção da vida. Conclui-se que a assistência deve priorizar a qualidade de vida e o simbolismo alimentar, respeitando a autonomia do paciente.
Finitude; Cuidados; Comer; Dignidade
Finitude; Cuidados; Comer; Dignidade
