
Buscamos nesse artigo explorar alguns pontos cegos na filosofia da técnica de Günther Anders, a fim de testar sua atualidade. Sendo o mundo capitalista desenvolvido o ponto de partida da reflexão andersiana sobre a civilização tecnológica, trata-se de investigar a forma como aparecem (de forma lateral) os países subdesenvolvidos em suas obras, sobretudo em Die Antiquiertheit des Menschen. Para tal, mobilizamos a crítica do dualismo, tal como foi desdobrada no pensamento social brasileiro. Além disso, sendo a obra andersiana focada na “era dourada” do capitalismo, levantamos como contraponto as “décadas de crise” que a ela se seguiram. Com isso, visou-se discutir o problema da simultaneidade histórica no interior de uma teoria crítica da técnica.
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