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Desde 1989 que o Magrebe se encontra envolvido num processo de integração regional. No entanto, obstáculos vários têm superado os princípios constantes do Tratado constitutivo da União do Magrebe Árabe. Neste contexto, a UE tem procurado, sobretudo por opção estratégica do sul, influenciar o Magrebe na tentativa de se estabelecerem formas de cooperação duráveis. Esta abordagem, reforçada pela Conferência Euro-Mediterrânica de Barcelona, não trouxe ainda resultados concretos, dependente que está da resolução de focos de instabilidade como a emigração clandestina ou o integrismo islâmico. Portugal tem interesses naturais e históricos na região mediterrânica, podendo assumir uma política autónoma na região, assente numa base realista e descomplexada.
Relações internacionais, Mediterrâneo (região), UMA, Magrebe, Cooperação, Política internacional, Europa, Regionalismo
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