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Os anticorpos são uma das defesas mais importantes do nosso organismo. Desde 1972, que foi possível produzir anticorpos monoclonais (mAbs) através de várias técnicas, como a técnica do hibridoma, a técnica do rato transgénico e as display technologies. Depois do desenvolvimento destas três grandes técnicas, a indústria tem-se focado no aperfeiçoamento, no aumento da produtividade, e na engenharia celular em modificações das características do produto final e na criação e no desenvolvimento de fragmentos de anticorpos monoclonais. Os fragmentos de anticorpos monoclonais são moléculas terapêuticas de baixo peso molecular, o que lhes permite penetrar mais facilmente no alvo terapêutico. Assim, é possível fundir estas moléculas com outras moléculas, conduzindo-as até ao alvo. A produção em larga escala dos mAbs pode ser dividida em três processos: o processo upstream, o processo de fermentação/produção da cultura de células e o processo downstream. Depois de criados, desenvolvidos e produzidos, os anticorpos monoclonais são submetidos a ensaios clínicos com o objectivo de virem a ser aprovados para utilização clínica. Os mAbs são utilizados em muitas áreas, sendo a de maior importância a medicina, e são utilizados em diagnóstico e terapêutica, em várias doenças, como por exemplo, auto-imunes, cardiovasculares, infecciosas e cancro. Os primeiros mAbs perderam e outros estão quase a perder as suas patentes, tornando possível a produção de “genéricos”, os biossimilares, que serão comercializados a preços mais baixos. Assim, as empresas farmacêuticas têm vindo a apostar no desenvolvimento de biossimilares, pois criam concorrência no mercado, através da redução do preço. Os anticorpos monoclonais continuam e continuarão, a ser objecto de estudo nos próximos anos.
Display technologies, Rato transgénico, Anticorpos monoclonais, Hibridoma
Display technologies, Rato transgénico, Anticorpos monoclonais, Hibridoma
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