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Muitos anos já passaram desde o surgimento do conceito de Inteligência Emocional (Daniel Goleman), e, finalmente, as empresas começam a assumir que além da capacidade intelectual e competência técnica, os colaboradores de uma organização devem ser analisados nas suas qualidades pessoais como: iniciativa, liderança, adaptabilidade, empatia ou capacidade de persuasão. A Gestão de Recursos Humanos tem preferência em considerar um profissional brilhante mais pela capacidade de trabalhar em equipa e por saber maximizar a produção do grupo do que por qualidades ditas como sendo de “aplicação individual”. O objetivo deste trabalho é analisar a inteligência emocional, como ferramenta de leitura e gestão do outro. Consideram-se como variáveis independentes deste estudo o género, a idade e a escolaridade. Para o efeito foi inicialmente analisado o que já foi escrito sobre o tema e de desenvolvido um questionário. Procura-se assim compreender até que ponto os indivíduos são emocionalmente inteligentes, e como fazem uso dessa capacidade/emoção no seio da organização em que se inserem.
Emoções, Inteligência emocional, Gestão de recursos humanos
Emoções, Inteligência emocional, Gestão de recursos humanos
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