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Las infecciones nocosomiales son un problema de salud pública e se encuentran asociadas a una alta tasa de morbilidad y mortalidad. Con el avance de la medicina y el aumento en el uso a gran escala de antibióticos, el padrón de las infecciones nosocomiales ha ido cambiando con los años, y por consiguiente, estas infecciones han ido adquiriendo nuevas resistencias a los mismos. De entre las bacterias causantes de enfermedades nosocomiales se encuentra el género Enterococcus, siendo este uno de los agentes más importantes que originan este tipo de enfermedad. Esta tesis tiene como principal objetivo comparar el efecto antibacteriano de dos antibióticos: (i) un natural (penicilina G) y (ii) un semisintético (ampicilina). El efecto antibacteriano se analizó en bacterias Gram positivos Enterococcus faecalis y Enterococcus faecium, para la muestra total y teniendo en cuenta el género. La muestra constó de 314 pacientes (162 varones: 68,49 ± 21,59 años de edad y, 152 mujeres: 61,15 ± 23,04 años de edad) de la Unidad Hospitalaria de Bragança. Las muestras biológicas en las que se han aislado bacterias del género Enterococcus fueron: (i) orina y (ii) pus (iii) líquido biológico (iv) hemocultivos (v) expectoración, y (vi) catéter. Para investigar el efecto antibacteriano se determinaron las concentraciones mínimas inhibitorias de los antibióticos diana del estudio. Los principales resultados evidenciaron que la mayoría de los Enterococcus aislados de las muestras biológicas eran de la especie faecalis (82%) y el resto (18%) de las especies faecium. Se observó un efecto significativo de la bacteria, ya que se encontraron diferencias entre la sensibilidad y la resistencia entre las especies faecium y faecalis. En general, en lo que concierne a la resistencia, ambos antibióticos se han mostrado más resistentes a las especies faecium (penicilina G: 91,2%; ampicilina: 89,5% para la muestra total) que para las especies faecalis (penicilina G: 33,5%; ampicilina: 33,5% de la muestra total). En cuanto a la sensibilidad se ha verificado la inversa. Los dos antibióticos eran más sensibles a la especie faecalis (penicilina G: 66,5%; ampicilina: 66,5% para la muestra total) con relación a la especie faecium (penicilina G: 91,2%; ampicilina: 89,5% para la muestra total). Cuando separados por género los resultados de sensibilidad y resistencia siguieron la misma tendencia, siendo que el género no ha tenido un efecto significativo. Se concluyó que para cada especie no hubo diferencias estadísticamente significativas entre el efecto antibacteriano penicilina G y de la ampicilina.
As infeções nosocomiais são um problema de Saúde Pública e encontram-se associadas a uma alta taxa de morbilidade e mortalidade. Com o avanço da medicina e um aumento do uso em grande escala de antibióticos o padrão das infeções nosocomiais tem mudado com os anos tendo estas infeções adquirido novas resistências aos antibióticos. Entre as bactérias causadoras de doenças nosocomiais encontra-se o Género Enterococcus, sendo este um dos agentes mais importantes causadores deste tipo de doença. A presente tese teve com o principal objetivo comparar o efeito antibacteriano de dois antibióticos: (i) um natural (penicilina G) e;(ii) um semissintético (ampicilina). O efeito antibacteriano foi analisado em bactérias Gram positivo Enterococcus faecalis e Enterococcus faecium para a amostra total, de acordo com o género. A amostra foi composta por 314 utentes (162 do género masculino: 68,49 ± 21,59 anos de idade e; 152 do género feminino: 61,15 ± 23,04 anos de idade) da Unidade Hospitalar de Bragança da ULSNE. As amostras biológicas em que se isolaram bactérias do género Enterococcus foram: (i) urina; (ii) pús; (iii) líquido biológico; (iv) hemoculturas; (v) expetoração e; (vi) cateter. Para averiguar o efeito antibacteriano foi determinada a Concentração Mínima Inibitória dos antibióticos alvo de estudo. Os principais resultados revelaram que a maior parte dos Enterecoccus isolados das amostras biológicas foram da espécie faecalis (82%) e os restantes (18%) da espécie faecium. Observou-se um efeito significativo da bactéria, visto que foram observadas diferenças entre a sensibilidade e resistência entre a espécie faecium e faecalis. De uma forma geral, e no que diz respeito à resistência, ambos os antibióticos mostraram-se mais resistentes à espécie faecium (penicilina G: 91,2%; ampicilina: 89,5% para a amostra total) do que em relação à espécie faecalis (penicilina G: 33,5%; ampicilina: 33,5% para a amostra total). Já em relação à sensibilidade registou-se o inverso. Os dois antibióticos mostraram-se mais sensíveis à espécie faecalis (penicilina G: 66,5%; ampicilina: 66,5% para a amostra total) relativamente à espécie faecium (penicilina G: 91,2%; ampicilina: 89,5% para a amostra total). Quando analisado por género os resultados da resistência e sensibilidade seguiram a mesma tendência, não havendo resultados em significância estatística em função desta variável. Concluiu-se que para cada espécie não se verificaram diferenças estatisticamente significativas no efeito antibacteriano entre a penicilina G e ampicilina.
Concentração mínima inibitória, Efeito antibacteriano, Enterococcus
Concentração mínima inibitória, Efeito antibacteriano, Enterococcus
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