
Introdução: Os probióticos intestinais desempenham um papel crucial na comunicação entre o intestino e o cérebro. A disbiose intestinal é caracterizada por alterações na microbiota, com predominância de bactérias patogênicas, resultando em maior permeabilidade intestinal e inflamação local e sistêmica. O sistema vagal atua como um canal de comunicação entre a microbiota e o cérebro. Objetivo: Buscou-se estudos atuais sobre a suplementação de probióticos na modulação intestinal em pacientes com disbiose e depressão. Métodos: Uma revisão integrativa da literatura foi conduzida em janeiro de 2020 nas bases de dados: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) e PubMed. Após filtros, foram selecionados 30 artigos, com 25 excluídos conforme critérios: título, resumo e texto completo. Resultados: Os estudos indicam consenso sobre o uso de probióticos na redução dos sintomas da depressão, sugerindo sua viabilidade como alternativa no tratamento de disbiose associada a depressão. Conclusão: A suplementação de probióticos em indivíduos com disbiose e depressão parece ser uma estratégia eficaz na redução de sintomas depressivos, mais estudos precisam ser realizados.
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