
Imunidade coletiva, um dos conceitos fundamentais associados à contaminações em redes, ocorre quando grande parte da população está imune a um ataque oriundo de uma classe de códigos maliciosos. A menor parcela de indivíduos que permanecem sem adotar contramedidas tende a estar mais protegida de ataques, por efeito da redução da contaminação epidêmica. Contudo, esta condição não leva em consideração a capacidade do atacante de estrategicamente buscar por indivíduos vulneráveis, se tornando alvos fáceis. Neste artigo, propomos um modelo analítico que nos permite capturar o impacto das contramedidas face a epidemias e atacantes estratégicos. Usando o modelo propostos, podemos verificar a existência de um equilíbrio não trivial entre o custo de uma imunização e a probabilidade de estar infectado em função do número de suscetíveis.
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