
doi: 10.53268/bkf22010203
O Conhecimento e o conjunto de informações são fundamentais para alcançar o sucesso e aumento de renda dos produtores agrícolas. Assim, o Programa de Pós-Graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial (PPGADT) Polo UNEB/ Juazeiro, apresenta aos agricultores rurais este capítulo que permitirá adotar deliberação importantes em relação a comercialização da cebola. Neste documento apresentamos subsídios sobre o comercio da cebolicultura, todos abordados de maneira simples e objetiva, mas ressaltamos que o capítulo por si só não tem o desígnio de suprir em seu contexto os conhecimentos do tema, mas de fato busca estimular os agricultores a refletir sobre a questão e a procurar, além disso, dados nos órgãos e instituições responsáveis. Neste capítulo acumulamos e divulgamos informações sobre à comercialização da cebola no Submédio do Vale do São Francisco, mais especificamente no Polo Petrolina/Juazeiro, abordando sobre mercado; apresentando dados da produção e variação de preços. Porém, embora focado ao polo Petrolina/Juazeiro serão abordadas informações relacionadas à Cebolicultura Brasileira. Sendo a hortaliça condimentar mais difundida nos continentes, a cebola apresenta benefícios a saúde humana porque tem vitaminas do complexo B, sais minerais (ferro e cálcio) e poucas calorias. Com a sua origem provavelmente na Ásia Central, é uma hortaliça cultivada na Índia, na China desde antiguidade e sendo muito consumido nos tempos remotos na Grécia, Roma e Egito. A cebola é a terceira hortaliça mais produzida e comercializada no país. A produção anual de cebola no Brasil gira em torno de 1.700.000 toneladas, com os principais polos de produção localizados nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Essa produção é destinada, notadamente, para o mercado interno, sendo consumida majoritariamente na forma “in natura” (90%). A região Nordeste responde por cerca de 20% da produção nacional de cebola, o cultivo dessa olerácea está concentrado nas regiões Média e Submédia do Vale do São Francisco (ARAÚJO, 2020) Os meios de comercialização da cebola são o varejo através das feiras livres, mercadinhos, grandes redes de supermercados, verdurões, feiras livres ou atacado para os Centros Estaduais de Abastecimento (CEASA).
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