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doi: 10.5281/zenodo.7698
handle: 10437/4370
A proposta deste estudo é a de refletir sobre a comunicação em cuidados paliativos e evidenciar estratégias utilizadas na comunicação efetiva entre a equipe de enfermagem, o paciente terminal e a família. A estratégia metodológica que o conduziu está fundamentada na reflexão contextualizada do tema. Neste sentido desvela-se que, para a equipe de enfermagem, a assistência ao doente terminal é uma tarefa difícil, que suscita sensação de tristeza, frustração, impotência e até mesmo culpa por reais A proposta deste estudo é a de refletir sobre a comunicação em cuidados paliativos e evidenciar estratégias utilizadas na comunicação efetiva entre a equipe de enfermagem, o paciente terminal e a família. A estratégia metodológica que o conduziu está fundamentada na reflexão contextualizada do tema. Neste sentido desvela-se que, para a equipe de enfermagem, a assistência ao doente terminal é uma tarefa difícil, que suscita sensação de tristeza, frustração, impotência e até mesmo culpa por reais ou supostas falhas na assistência prestada. Deste modo, muitos profissionais utilizam a negação, a fuga e a aparente frieza como mecanismos de defesa no enfrentamento da situação. Ao longo dessa reflexão são expostos alguns aspectos que possibilitam desenvolver habilidades na comunicação empática, percebida como tarefa que requer da equipe de enfermagem uma mudança de foco e atitude. Além da escuta cuidadosa, a veracidade, o bom humor e o toque terapêutico, que constituem estratégias para uma comunicação efetiva na terminalidade da vida.
The article consists of a contextualized reflection on the communication in palliative care with the purpose of explaining strategies used for effective communication among the nursing, terminally ill and his family. In that sense, it was observed that for the nurse to assist the terminally ill is a difficult task, which raises sensation of sadness, frustration, impotence and even failure in the rendered attendance. This way, many professionals use denial, escaping, and the apparent coldness as defense mechanisms to cope with situation. Throughout this discussion are exposed some aspects that enable developing empathic communication skills, perceived as a task that requires nursing staff a shift in focus and attitude. Apart from careful listening, truthfulness, good humor and therapeutic touch, forming strategies for effective communication in the terminally ill life.
Semina: Ciências Biológicas e da Saúde
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