
Este artigo aborda as definições de objeto técnico conforme a filosofia de Gilbert Simondon, com foco nas críticas à perspectiva antropocêntrica da técnica. Investiga-se se o objeto técnico, na sua demanda por uma cultura técnica e no próprio processo de evolução/concretização, apresenta um caráter não antropocêntrico. Tal apelo não antropocêntrico pode ser evidenciado pelo avanço das técnicas de comunicação e processamento, como observado nos modelos de inteligência artificial da segunda metade do século XXI. O artigo explora esses aspectos do objeto técnico, destacando as contribuições da filosofia de Simondon para a compreensão da realidade tecnológica contemporânea.
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