
doi: 10.37885/251020522
Os contaminantes emergentes (CE), como fármacos, produtos de higiene pessoal e desreguladores endócrinos, representam um desafio crescente para a qualidade da água no Brasil. Embora presentes em baixas concentrações, esses compostos podem causar efeitos tóxicos à saúde humana e ambiental. Estudos científicos publicados entre 2012 e 2025 mostraram que os sistemas convencionais de tratamento de água e esgoto no Brasil são ineficazes na remoção da maioria dos CE. A análise comparativa da legislação revelou que o país está atrasado em relação a nações desenvolvidas, faltando padrões específicos e monitoramento regular desses compostos. Alternativas tecnológicas como processos oxidativos avançados e de adsorção mostraram-se promissoras, porém ainda pouco implementadas. Conclui-se que são urgentes medidas para atualizar a regulamentação brasileira, incorporando listas de vigilância e critérios toxicológicos atualizados. Além disso, é essencial investir em pesquisas sobre tecnologias de remoção e expandir o monitoramento de CE em estações de tratamento. A integração entre ciência, políticas públicas e gestão hídrica será fundamental para garantir água segura para as gerações presentes e futuras.
| selected citations These citations are derived from selected sources. This is an alternative to the "Influence" indicator, which also reflects the overall/total impact of an article in the research community at large, based on the underlying citation network (diachronically). | 0 | |
| popularity This indicator reflects the "current" impact/attention (the "hype") of an article in the research community at large, based on the underlying citation network. | Average | |
| influence This indicator reflects the overall/total impact of an article in the research community at large, based on the underlying citation network (diachronically). | Average | |
| impulse This indicator reflects the initial momentum of an article directly after its publication, based on the underlying citation network. | Average |
