
doi: 10.37235/ae.n44.16
O universo da arte há séculos se especializa e dita que bens e linguagens devem ser considerados dignos de reflexão, bem como servir para a fruição estética. Na história da arte ocidental, alguns nomes são alçados ao status de artista por excelência, pessoas que seriam geniais, teriam um dom divino e poderiam falar em nome da arte, com seus trabalhos figurando em livros, pesquisas acadêmicas e em coleções públicas e privadas. Um olhar atento para essa história ocidental da arte, porém, percebe que, em geral, são homens brancos os compreendidos como detentores do dom artístico, fazendo com que essa história oficial venha sendo questionada em pesquisas que têm desvelado o machismo e o racismo reinante no universo da arte. Aqui, objetivo entrecruzar as teorias dos feminismos negros com a sociologia da arte, tendo como questão de trabalho a seguinte pergunta: a racialidade e o gênero têm algum papel no processo de legitimação de artistas que são mulheres e negras no campo da arte contemporânea brasileira? Em busca de respostas, entrevistas foram realizadas e serão trazidas a fim de auxiliar o entendimento acerca do desempoderamento e do ativismo de tais artistas.
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