
doi: 10.31657/fg9ee654
Quais são as lentes através das quais temos acessado a realidade da cidade: a da experiência vivida ou da midiatização das narrativas jornalísticas? Essa provocação permeia as reflexões do presente artigo com a finalidade de compreender outra importante indagação no contemporâneo: o medo da cidade ou a cidade do medo? Tais argumentações fazem parte da construção de uma Hermenêutica do Medo, provenientes da interpretação das relações estabelecidas, hoje, com as cidades. São observações emergidas em 11 anos de pesquisa nas interações entre mídia e violência[1]. Os achados iniciais indicam um fio condutor em que a experiência das pessoas se confunde com as informações provindas da mídia. [1] Desde de 2012, já realizamos três projetos de pesquisa denominados: “Mídia e Violência: as narrativas midiáticas na Amazônia paraense” (2012-2015); “Mídia e Violência: percepções e representações na Amazônia” (2017-2020); e “Mídia e Violência: sentidos e significados na Amazônia (2022 até hoje). Todos realizados na Universidade Federal do Pará em parceria com a Universidade da Amazônia e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, edital Universal.
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