
A constante aquisição de novas tecnologias tem permitido crescimento contínuo da produtividade do setor sucroenergético, projetado por tecnologias como o etanol de segunda geração, auxiliando na ampliação de até 50% na produção de etanol por hectare de cana-de-açúcar. Devido ao recente aumento da flexibilização no mercado de gasolina e o consequente aumento do consumo e do valor do etanol, passou a surgir no Brasil em meados de 2010, diversas plantas industriais convertendo o milho nesse biocombustível. Esse fenômeno é particularmente forte no Centro-Oeste, onde o principal objetivo é agregar valor à toda a cadeia produtiva do cereal, proporcionando uma melhor distribuição de renda dentro do setor onde há elevada disponibilidade do grão, altos custos de utilização e possibilidade por co-produtos. O milho como matéria-prima para a geração do etanol vem se tornando mais relevante, não somente para usinas de álcool que processam apenas este grão, mas também nas usinas de cana-de-açúcar que podem produzir etanol na entressafra desse cultivo. Este artigo tem como objetivo apontar uma visão geral histórica e os impactos econômicos e sociais e a rendibilidade da fabricação de etanol de milho. Como resultado constatou que a estrutura de custos dá alta prioridade à matéria-prima, seguida pelos custos industriais para processos relativamente mais complexos do que o processamento da cana-de-açúcar. Por fim, os resultados mostram que a lucratividade da produção de etanol de milho em usinas integradas de combustível flexível é sensível a mudanças nos preços da matéria-prima e do biocombustível.
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