
O teletrabalho surge e se consolida num cenário de globalização e desenfreado avanço das chamadas TIC´s (Tecnologias de Informação e Comunicação). Pressupõe prestador e tomador de serviços separados geograficamente, mas com sua relação laboral mediada por avançada tecnologia. Muito se tem discutido sobre o teletrabalho como alternativa ao desemprego, como inclusora de portadores de necessidades especiais ou, ainda, como nova forma de trabalhar notoriamente em locais onde as questões de trânsito, segurança e meio ambiente estejam próximas ao caos. Entretanto, dúvidas pairam: e a questão infortunística? Quem se ocupa dela? Como tratar juridicamente o acidente do trabalho ou a doença profissional/ocupacional do teletrabalhador? Estará ele ao albergue das mesmas normas protetivas que atendem aos trabalhadores convencionais, prestadores de serviço subordinado no ambiente empresarial? De tudo a certeza de que a dignidade da pessoa humana (tele)trabalhadora está diante de novo desafio, principalmente quando em estado fragilizado, decorrente de abalo à sua higidez física e/ou mental. Será o fim do princípio da proteção?
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