
doi: 10.29327/7283014
A necrópsia convencional consiste no exame detalhado de um cadáver, bem como de seus órgãos, com a finalidade de determinar a causa da morte. Criada no Antigo Egito por volta do século XVII a.C. a palavra necropsia, derivada do grego nekrós (cadáver) e opsis (vista, visualizar), e com o auxílio do médico austríaco Karl von Rokitansky, que viveu na primeira metade do século XIX e realizou cerca de 30 mil necropsias, a patologia se tornou uma área extremamente importante da medicina. Com a descoberta do raios-X por Wilhelm Conrad Roentgen em 1895, apenas dois anos depois, em 1897, ocorreu o primeiro caso criminal envolvendo uso dos raios-X nos EUA. A partir de então, a radiologia forense passou a contribuir em diversas áreas da medicina diagnóstica, fornecendo informações valiosas aos laudos necroscópicos, na identificação de cadáveres e até na antropologia, através da radiografia de múmias. Em 1997 ocorreu o primeiro estudo de tomografia computadorizada (TC) realizado em cadáveres humanos e em poucos anos depois começou a ser realizadas em todos os animais independente de espécie ou raça dos mesmos.
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