
A proposta deste artigo é percorrer a trajetória da obra A Negra, de Tarsila do Amaral, via exposições e crítica de arte, desde sua criação, em 1923, até o momento em que foi adquirida pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 1951. A obra se encontra desde 1963 no acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP, tendo em vista a doação do acervo daquele museu para a universidade. Essa pintura é uma das mais significativas do acervo de arte moderna brasileira do museu, ao lado das conhecidas E.F.C.B. e A Boba, de Anita Malfatti. Um dos objetivos dessa investigação é verificar como foi recebida por seus contemporâneos, dentre o conjunto da produção da artista, através de textos críticos publicados à época.
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