
Existe apenas uma lógica adequada? Ou há várias lógicas igualmente adequadas? O que significa, afinal, dizer que lógicas diferentes podem ser igualmente adequadas? E elas seriam adequadas com relação a quê? Este artigo pretende analisar as diferentes respostas a estas perguntas, ou seja, avaliaremos os argumentos centrais do debate entre pluralismo, relativismo e monismo lógico. Explicitaremos, por um lado, os principais pressupostos desta discussão e, por outro, suas ramificações filosóficas. Terminaremos indicando o desenvolvimento de um possível pluralismo lógico a partir da noção de paraconsistentização de lógicas, que será apresentada posteriormente. Não pretendemos refutar, de uma vez por todas, o monismo lógico. Mostraremos que os principais argumentos apresentados por um monista contra o pluralismo lógico são infundados e que, portanto, a existência de alguma forma de pluralismo lógico continua possível.
Philosophy. Psychology. Religion, paraconsistentização, B, B1-5802, Philosophy (General), monismo lógico, pluralismo lógico, relativismo lógico
Philosophy. Psychology. Religion, paraconsistentização, B, B1-5802, Philosophy (General), monismo lógico, pluralismo lógico, relativismo lógico
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