
doi: 10.1590/es.296486
RESUMO Nos últimos anos, as Big Techs se consolidaram como atores globais, transformando as dinâmicas sociais e impactando significativamente o campo da Educação. Este artigo analisa as consequências da introdução massiva de plataformas digitais nas escolas, tendo como referência o colonialismo digital e as práticas neoliberais. Argumentamos que a plataformização não é neutra, mas esconde mecanismos de dominação que alteram a relação entre professores e estudantes. Com base em uma revisão bibliográfica, o estudo conclui que a plataformização da educação promove a precarização do trabalho docente e a alienação da atividade de estudo, destacando a necessidade de políticas educacionais locais que se distanciem da lógica das Big Techs e promovam soluções emancipatórias adaptadas às demandas locais.
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