
A primeira ideia que esse livro traz é que é a arte que se configura como o principal traço de nossa humanidade, de uma evolução que nos diferenciou dos demais primatas e transformou-nos em seres que, como disse Michel Foucault, são feitos de linguagem e expressão. Em segundo lugar, discute-se a ideia expressa por Sigmund Freud quando afirma que, na história da humanidade, estabeleceu-se a luta entre a força reprodutora da natureza e a expressão transgressora da arte, um embate sem tréguas cuja finalidade consistiu sempre em saber o que prevalece – a repetição ou a inovação, a liberdade ou a ordem, Eros ou Tanatos. Em terceiro lugar, este livro trata do Brasil, como um país que passou por séculos de colonialismo – essa condição que, assim como a censura, é repressora da liberdade, da criatividade, do desenvolvimento e da emancipação. Os autores esperam que, com essas ideias, esta obra possa reafirmar a importância da arte para a formação cultural de um povo, assim como mostrar que a censura é uma força contra a emancipação, a renovação e a transformação.
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