
A obra decorre de uma notável trajetória acadêmica, na Universidade de São Paulo, iniciada há mais de três décadas com o Mestrado, seguido pelo Doutorado e pela Livre-Docência, alcançando o Concurso para a Titularidade no início de 2018. O título do estudo sinaliza para um dos mais relevantes campos de pesquisa de Laura Izarra no caminho percorrido – a diáspora literária irlandesa. Em sua abordagem de representação do trauma cultural na literatura, Izarra propõe diversos conceitos sobre o assunto, a partir de 1990, quando os estudos do trauma se fazem mais presentes; sua minuciosa exposição de como os críticos literários e sociólogos o definiram contém possibilidades de pesquisas posteriores. Uma das questões mais instigantes do texto relaciona-se com os elos estabelecidos entre a opressão colonial e a experiência de traumas coletivos, suas manifestações e consequências como "rupturas do tecido social e as transformações da identidade" (citação no Prefácio de Munira Mutran).
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