
As limitações impostas à compreensão dos processos de escolha carregadas pela excessiva confiança na teoria da escolha racional ou – paradoxalmente – em sua crítica furibunda são avaliadas e questionadas, sob um ponto de vista pragmático. O modelo tradicional sustenta que são as crenças do indivíduo que determinam seus desejos. Relacionando crenças e convenções, o ensaio explora a condição expressa pelo estado oposto, ou seja, o contexto em que são os desejos que determinam as crenças. A escolha individual agregada por meio do mercado, a escolha coletiva resultante da criação e evolução de regras e convenções e, por fim, a criação de instituições também são avaliadas. Com esta moldura conceitual, buscamos enquadrar as relações entre os pólos da geração, apropriação e absorção de bens e serviços, tentando entender um elo importante da cadeia de relações sociais, nomeadamente, a agregação de preferências por meio do mercado político.
Economics as a science, Economic history and conditions, HC10-1085, HB71-74
Economics as a science, Economic history and conditions, HC10-1085, HB71-74
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