
O contexto atual de conflitos nacionais e internacionais e de instabilidade política requer uma séria reflexão sobre a natureza humana, o papel do Estado e das organizações internacionais. Na Filosofia Política encontramos vários tratados sobre esses assuntos. O propósito desse artigo é demonstrar que T. Hobbes, um clássico do contratualismo moderno, pode ser lido como um teórico das relações internacionais e, pois, um filósofo da paz. Suas obras fornecem sugestivos elementos de interpretação da natureza humana enquanto determinantes para entender a relação entre os Estados. As leis naturais podem ser tidas como princípios orientadores, não só da organização interna dos Estados, mas também, e sobretudo, das relações internacionais. Para demonstrar isso, o texto discute a “guerra de todos contra todos” nas relações entre os Estados; indica as leis naturais como a base dessas relações; caracteriza o contrato social como pacto pela paz e chama a atenção para as dificuldades de efetivação das leis naturais.
paz, liberdade, Estado, leis naturais, estado de natureza., B1-5802, Philosophy (General)
paz, liberdade, Estado, leis naturais, estado de natureza., B1-5802, Philosophy (General)
| selected citations These citations are derived from selected sources. This is an alternative to the "Influence" indicator, which also reflects the overall/total impact of an article in the research community at large, based on the underlying citation network (diachronically). | 0 | |
| popularity This indicator reflects the "current" impact/attention (the "hype") of an article in the research community at large, based on the underlying citation network. | Average | |
| influence This indicator reflects the overall/total impact of an article in the research community at large, based on the underlying citation network (diachronically). | Average | |
| impulse This indicator reflects the initial momentum of an article directly after its publication, based on the underlying citation network. | Average |
