
Este estudo investiga a subnotificação dos transtornos de ansiedade no ambiente de trabalho, frequentemente confundidos com estresse ocupacional. A pesquisa, de natureza qualitativa e revisão bibliográfica, utiliza o modelo biopsicossocial como base teórica. Observa-se alta prevalência de ansiedade em categorias profissionais expostas à sobrecarga emocional, como saúde, educação e segurança pública. Os sintomas, muitas vezes naturalizados, são negligenciados por instituições que priorizam a produtividade em detrimento do cuidado com a saúde mental. Essa banalização contribui para diagnósticos tardios, reduzindo a eficácia das intervenções. A psicoterapia, especialmente na abordagem cognitivo-comportamental, mostra-se eficaz na reestruturação cognitiva e na prevenção da cronicidade dos sintomas. O estudo reforça a necessidade de políticas institucionais que promovam escuta qualificada, ações educativas e acesso a serviços psicológicos. Distinguir o estresse adaptativo dos transtornos de ansiedade é fundamental para o enfrentamento do sofrimento psíquico no trabalho e para a promoção de ambientes laborais mais saudáveis e éticos.
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