
doi: 10.47249/rba2022590
O presente artigo polemiza o imperativo de continuidade imediata do trabalho educativo durante a pandemia de Covid-19 e destaca a importância da autonomia docente também neste momento histórico. Fundamentado no materialismo histórico-dialético, o trabalho centra a discussão em aspectos praxiológicos centralmente implicados nesse processo e na necessária (re)tomada da alfabetização como uma questão política, especialmente quando documentos oficiais e políticas públicas no país apontam para suposta neutralidade/cientificidade que seria basilar à definição de projetos educacionais e à escolha de métodos para os processos de alfabetização. A autonomia de alfabetizadores seria movimento de resistência e de possibilidade de manutenção do compromisso com a humanização e com a luta de classes.
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