
É cada vez mais difícil pensar em comunicação na atualidade desvinculada da possibilidade de monitoramento. Este trabalho aborda este tema e sua relação com novos sentidos que a noção de privacidade vem adquirindo. O contexto dessa discussão é o big data ou as crescentes possibilidades de agregar e extrair valor de um gigantesco volume de dados esparsos e não estruturados, que cresce em velocidade vertiginosa. A partir dos contratos de privacidade para utilização de serviços de e-mail, de armazenamento de dados e redes sociais, e das exigências de privacidade por parte de grupos ativistas, podemos observar a reconstrução deste conceito e o embate no qual se insere. Esta é uma pesquisa em andamento que busca dar continuidade a três estudos anteriores sobre 1) câmeras de vigilância no Brasil, 2) reconhecimento biométrico no novo documento de identidade brasileiro, e 3) um mapeamento de aspectos da vigilância de dados no Brasil e no México. Nessas ocasiões, observou-se um rol de transformações ligadas ao monitoramento, incluindo a desestabilização de conceitos como indivíduo; segurança; democracia. Este trabalho reflete sobre a noção de privacidade no cotidiano contemporâneo.
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