História e Literatura no regime das águas: Práticas Culturais Afroindígenas na Amazônia Marajoara

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Pacheco, Agenor Sarraf;
(2009)

Mergulhando na dinâmica da vida social amazônica, regida pela temporalidade das águas, o artigo acompanha, em diálogos entre História e Literatura, modos de ser e viver de populações marajoaras, flhas das mestiçagens afroindígenas, detentoras de saberes locais em mediaç... View more
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    índio, zfieram uma evolução e desapareceram à procura do Pai Francisco. (...) Não demorou muito e chegava o negro velho tocado pelas flechas batizadas. Já não era o Pai Francisco do começo, ligeiro de língua, no passo e na provocação, mas submisso, aterrorizado” (Jurandir 1994: 116).

    redes de sociabilidades tecidas com grupos nativos da região. Sobre estudiosos postos em diálogo neste estudo, ver especialmente Baena 2004, Pereira 1952, Vergolino-Henry & Figueiredo 1990, Salles 2005, Gomes 2005.

    ___. 2009. África/Brasil: corpos, tempos e histórias silenciadas. Revista Eletrônica Tempo & Argumento 1, Florianópolis, UDESC.

    Assis, Rosa. 1992. O vocabulário popular em Dalcídio Jurandir. Belém: UFPA.

    ___. 1996. Uma leitura nas cartas de Dalcí- dio Jurandir. Asas da Palavra 4 (41-47).

    ___. 2006. Batuque, de Bruno de Menezes: um glossário. Belém: FCV/Secretaria Especial de Estado de Promoção Social.

    Baena, Antônio Ladislau Monteiro. 2004.

    Vol. 30. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial.

    2001. Memória e (Res)sentimento: indagações sobre uma questão sensível. Campinas, SP: Editora da Unicamp.

    Diegues, Antonio Carlos. 1997. As ilhas e arquipélagos tropicais brasileiros: práticas sociais e simbólicas, in Ilhas e Sociedades Insulares. Organizado por A. C. Diegues. São Paulo: NUPAUB.

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