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CÂNCER DO COLO DO ÚTERO: MÉTODOS DE PREVENÇÃO APLICADAS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Authors: Camila Rodrigues; Cesar Stein; Daniel Paula; Flávia Coelho; Hiago Lisboa; Iara Luca; Jamille Braide; +1 Authors

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO: MÉTODOS DE PREVENÇÃO APLICADAS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Abstract

1 INTRODUÇÃO O câncer de colo do útero (CCU) é uma doença de natureza crônica, com origem em alterações intraepiteliais que podem se transformar em um processo invasor. Pode originar-se do epitélio escamoso da ectocérvice (carcinoma de células escamosas – CCE) ou do epitélio escamoso colunar do canal cervical (adenocarcinoma cervical – ACC). O CCE e o ACC representam 90% e 10% dos casos de CCU, respectivamente (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma infecção persistente ou crônica de um ou mais tipos de papilomavírus humano (HPV) é considerada a causa primária do CCU. O HPV de alto risco é encontrado em 99,7% dos CCUs (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014; ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE, 2015), sendo a infecção mais comumente adquirida por meio de relações sexuais, geralmente no início da vida sexual. Na maioria dos indivíduos afetados por esse vírus, as infecções são espontaneamente resolvidas. Porém, nos casos em que as infecções se apresentam persistentes, pode haver progressão para o CCU em 10 a 20 anos após a infecção (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014). Por se tratar de uma infecção sexualmente transmissível (IST), os principais meios de contágio são a relação sexual desprotegida e o contato com sangue contaminado ou mãe soropositiva durante a gestação. Dentre uma variedade de sintomas, os principais são: sangramentos vaginais anormais, menstruação prolongada, secreções vaginais incomuns, dor durante a relação sexual e dor na região pélvica. (TSUCHIYA et.al, 2017). No Brasil, os dados publicados pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer) em 2014 apontaram o CCU como o terceiro tipo de câncer mais incidente entre as mulheres, com cerca de 15.590 casos novos, com um risco estimado de 15,33 casos a cada 100 mil mulheres (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014). Os altos índices de incidência por CCU no Brasil evidenciam a importância da elaboração e da implementação de políticas públicas na atenção à saúde, principalmente no Sistema Único de Saúde (SUS), voltadas à atenção integral à saúde da mulher, garantindo ações relativas ao controle dessa doença. Apesar dos avanços na difusão de medidas preventivas, o CCU continua a ser um problema de saúde importante no país. Os gestores e profissionais de saúde devem ser responsáveis pela realização dessas ações e devem possibilitar a integralidade do cuidado, unindo as ações de detecção precoce com a garantia de acesso a procedimentos diagnósticos e terapêuticos em tempo oportuno e com qualidade. Dentro desta perspectiva de combate ao câncer de colo do útero, é importante a utilização de métodos preventivos, que evitem a contaminação pelo HPV, que nos casos da infecção crônica persistente podem evoluir para a fase inicial do câncer do colo do útero, sendo as vacinas anti-HPV um importante recurso disponível visando a diminuição dos casos de CCU no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 2014 foi incluída no calendário Nacional de Vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS) através do Ministério da saúde como um meio de prevenção ou tratamento terapêutico. Nesse mesmo ano apenas meninas de 9 a 13 anos poderiam tomar a vacina, mas a partir de 2017 estendeu-se para homens de 11 a 14 anos e mulheres até 26 anos que possuem HIV/AIDS. Em 2021 foram incluídas pacientes imunossuprimidas, tornando necessária a recomendação da vacinação às famílias ( ; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2019). O objetivo deste trabalho é realizar uma breve revisão dos métodos de prevenção do câncer de colo do útero disponíveis no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) com intuito de diminuir a incidência dessa patologia no grupo de mulheres residentes no Brasil, visto que atenção básica qualificada e organizada é fundamental para o controle desses tipos de cânceres (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2013).

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