publication . Master thesis . 2015

da psicopatologia ao bem-estar

Ferreira, Cristiana;
Open Access Portuguese
  • Published: 01 Jan 2015
  • Publisher: [s.n.]
  • Country: Portugal
Abstract
Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia, ramo de Psicologia Clínica e da Saúde A saúde mental é conceptualizada como um “estado completo” em que os indivíduos estão livres de psicopatologia e em flourishing, e com níveis elevados de bem-estar emocional, psicológico e social (Keyes, 2002). Este constructo indica que quando um indivíduo se sente bem, é mais produtivo, sociável, criativo, tem perspetivas futuras e sente-se feliz (García-Viniegras & Benitez, 2000). Contudo, a saúde mental e doença mental não são extremidades opostas do mesmo conceito, constituem eixos distintos ...
Subjects
free text keywords: Jovens adultos, Saúde mental positiva, Bem-estar, Depressão, Snsiedade, Stress, Young adults, Positive mental health, Wellness, Depression, Anxiety
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Master thesis . 2015
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Gusmão, R., Xavier, M. Heitor, M., Bento, A. e Almeida, J. (2005). O peso das perturbações depressivas: Aspectos epidemiológicos globais e necessidades de informação em Portugal. Acta Médica Portuguesa, 18, 129-146. [OpenAIRE]

Haring, M., Stock, W. & Okun, M. (1984). A research synthesis of gender and social class as correlates of subjective well-being. Human Relations, 37, 645-657.

Harter, J., Schmidt, F. & Keyes, C. (2003). Well-being in the workplace and its relationship to business outcomes: a review of the gallup studies. Em C. L. M. Keyes & J. Haidt (Eds.), Flourishing: the positive person and the good life (pp. 205-224). Washington: American Psychological Association.

Haydée, L. & Ramón, U. (2003). El bienestar subjetivo: hacia una psicologia positiva. Revista de psicologia de la Universidade de Chile, 7(1), 83-96.

Hefferon, K. & Boniwell, I. (2011). Positivr psychology: theory, research and aplications. England: McGraw Hill.

Hetem, L. (2004). Epidemiologia. Em L. Hetem & F. Graeff, Transtornos de ansiedade. Atheneu: São Paulo.

Imaginário, S., e Vieira, L. (2011). Bem-estar subjetivo, integração social e vivências académicas numa amostra de estudantes da universidade do algarve. Revista amazónica, 4(2), 40-60.

Instituto Nacional de Estatística (2009). Inquérito Nacional de Saúde, 2005/2006. Lisboa: INE/INSA.

Ismaïl, A. & Salama-Younes, M. (2011). Validation of the Factor Structure of the Mental Health Continuum Short Form (MHC-SF) for Physically Active Old Adult. World Journal of Sport Sciences, 1(1), 24-30.

Issler, C., Sant'Anna, M., Kapczinski, F. & Lafer, B. (2004). Comorbidade com transtornos de ansiedade em transtorno bipolar. Revista Brasileira de Psiquiatria, 26(3), 31-36.

Jorm, A., Korten, A., Jacomb, P., Christensen, H., Rodgers, B. & Pollitt, P. (1997). Mental health literacy: a survey of the public's ability to recognise mental disorders and their beliefs about the effectiveness of treatment. Medical Journal of Australia, 166(4), 182- 186. [OpenAIRE]

Kendler, K., Thornton, L. & Prescott, C. (2001). Gender differences in the rates of exposure to stressful life events and sensitivity to their depressogenic effects. American Journal of Psychiatry, 158, 587-593.

Abstract
Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia, ramo de Psicologia Clínica e da Saúde A saúde mental é conceptualizada como um “estado completo” em que os indivíduos estão livres de psicopatologia e em flourishing, e com níveis elevados de bem-estar emocional, psicológico e social (Keyes, 2002). Este constructo indica que quando um indivíduo se sente bem, é mais produtivo, sociável, criativo, tem perspetivas futuras e sente-se feliz (García-Viniegras & Benitez, 2000). Contudo, a saúde mental e doença mental não são extremidades opostas do mesmo conceito, constituem eixos distintos ...
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Gusmão, R., Xavier, M. Heitor, M., Bento, A. e Almeida, J. (2005). O peso das perturbações depressivas: Aspectos epidemiológicos globais e necessidades de informação em Portugal. Acta Médica Portuguesa, 18, 129-146. [OpenAIRE]

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Haydée, L. & Ramón, U. (2003). El bienestar subjetivo: hacia una psicologia positiva. Revista de psicologia de la Universidade de Chile, 7(1), 83-96.

Hefferon, K. & Boniwell, I. (2011). Positivr psychology: theory, research and aplications. England: McGraw Hill.

Hetem, L. (2004). Epidemiologia. Em L. Hetem & F. Graeff, Transtornos de ansiedade. Atheneu: São Paulo.

Imaginário, S., e Vieira, L. (2011). Bem-estar subjetivo, integração social e vivências académicas numa amostra de estudantes da universidade do algarve. Revista amazónica, 4(2), 40-60.

Instituto Nacional de Estatística (2009). Inquérito Nacional de Saúde, 2005/2006. Lisboa: INE/INSA.

Ismaïl, A. & Salama-Younes, M. (2011). Validation of the Factor Structure of the Mental Health Continuum Short Form (MHC-SF) for Physically Active Old Adult. World Journal of Sport Sciences, 1(1), 24-30.

Issler, C., Sant'Anna, M., Kapczinski, F. & Lafer, B. (2004). Comorbidade com transtornos de ansiedade em transtorno bipolar. Revista Brasileira de Psiquiatria, 26(3), 31-36.

Jorm, A., Korten, A., Jacomb, P., Christensen, H., Rodgers, B. & Pollitt, P. (1997). Mental health literacy: a survey of the public's ability to recognise mental disorders and their beliefs about the effectiveness of treatment. Medical Journal of Australia, 166(4), 182- 186. [OpenAIRE]

Kendler, K., Thornton, L. & Prescott, C. (2001). Gender differences in the rates of exposure to stressful life events and sensitivity to their depressogenic effects. American Journal of Psychiatry, 158, 587-593.

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