O humano e o desumano: cultura visual, cultura política e as imagens feitas por George Rodger e Henri Cartier-Bresson nos campos de concentração nazistas

Article English OPEN
Erika Cazzonatto Zerwes (2016)
  • Publisher: Universidade do Estado de Santa Catarina
  • Journal: Tempo e Argumento (issn: 2175-1803)
  • Related identifiers: doi: 10.5965/2175180308172016006
  • Subject: History (General) | D1-2009 | Modern history, 1453- | D204-475

Este artigo busca compreender alguns aspectos da noção de humanismo na fotografia e sua proximidade com a cultura política e a cultura visual do período, a partir das experiências específicas de George Rodger e Henri Cartier-Bresson, dois fotógrafos que viveram em primeira mão e que deram testemunho do horror dos campos de concentração nazistas ao final da Segunda Guerra Mundial. George Rodger fotografou o campo de Bergen-Belsen assim que foi libertado pelas tropas britânicas. Henri Cartier-Bresson esteve com uma equipe de filmagem registrando as massas de deportados recém-libertados dos campos de concentração e extermínio nazista. Essas experiências viriam a ter impactos profundos na biografia e no trabalho de ambos. Nos dois casos, está presente uma noção de humanismo atrelada aos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, que se faz ver na fotografia e na representação fotográfica, de significativa consequência para a cultura visual contemporânea.
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